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Você não precisa de um chamado missionário #workscafé



Hi guys! O texto de hoje é uma indicação valiosa, mas antes de falar sobre o livro em si, vamos tratar de como eu conheci esse autor e o que me levou a compra-lo. No ano de 2015, eu fui para o meu primeiro #CONJUBAG (Congresso da Juventude Batista Grapiunense), um vento muito valioso e importante da nossa região, pois ele traz união e comunhão entre os jovens de toda a nossa região, além disso sempre buscar tratar temas relevantes para o Reino.

Bom, no #CONJUBAG30 tivemos a presença do pastor Yago Martins como preletor dos três dias de congresso, a maioria dos temas que foram trazidos diziam respeito a missões, justamente pois o tema do congresso era “Além dos muros”, ainda mais porque o congressista trabalhou muitos anos com missões em sua cidade natal, Fortaleza e além disso tinha acabado de publicar seu primeiro livro, “Você não precisa de um chamado missionário”.

Preciso citar que queria adquirir esse livro? O título chamou muito a minha atenção e notei que Lino também se interessou, porém na época não estávamos com $$. Então, em uma de suas pregações ele também tratou sobre como decidiu largar seu curso universitário para fazer o curso de teologia. Entre várias oficinas e pregações meu (na época) namorado sentiu-se vocacionado para exercer o ministério pastoral. 

Não sei se foi bobagem da minha parte, mas achei que seria legal dar de presente esse livro para Lino. E então, surgiu uma promoção com frete grátis e nem pensei duas vezes, fui lá e comprei. Mas eu só senti vontade de ler esse livro a poucos dias, e advinha, eu amei o livro!

O escritor trata de um assunto muito importante para nós cristãos, ele trata sobre a grande comissão, o famoso texto, “Ide por todo mundo e pregai o evangelho a toda criatura” (Mt 28:16-20). Ele trata sobre várias questões pertinentes como: missões e motivação, a importância de se estudar teologia para ir a campo, o poderio de Cristo, para quem é a ordem do ide e entre outros.

Todo livro é rico de citações e excelentes referências bibliográficas, um ótimo livro para quem pensa fazer missões e para quem quer iniciar os estudos de teologia, já que o autor embora de maneira profunda, trata os temas de forma acessível e de fácil compreensão a todos os públicos, desde de um estudante de teologia a qualquer outro leigo no assunto.

Com amor e carinho,
Isabelly Lino

domingo, 2 de dezembro de 2018

O que você aprendeu?

Todo fim de ano é comum a gente fazer uma retrospectiva a respeito do que viveu, afinal não é todo dia que a Terra completa uma volta ao redor do sol e 365 em torno de seu próprio eixo. Sim, eu acredito que a vida é marcada em tempos e há um tempo certo para tudo. Mas é bem verdade que estes tempos nem sempre coincidem com o calendário. 

Contudo bem depois do fim do ano que passou, já começamos a correr desesperados pelo novo e muitas vezes nesta euforia deixamos para trás os ensinamentos da recente retrospectiva. (Sim, essa é uma boa desculpa para meu texto atrasado em uma semana e um ano.) Embora 2017 tenha sido um ano intenso e com experiências inesquecíveis, resolvi fazer uma retrospectiva diferente e relembrar um pouco do que aprendi através de meus amigos inseparáveis: os livros! 💛💜💚

Escolhi 3 dos lidos para contar um pouco para vocês (na ordem de leitura):

Quem tem sede venha! - Max Lucado (CPAD)
Este livro realmente é um refresco para almas sedentas, especialmente sedentas por amor, perdão e Graça. Como é típico do jeito Lucado de escrever, traz o que chamo de "parábolas contemporâneas", histórias fictícias de pessoas que buscavam cada uma a seu modo saciar-se em outros fontes até encontrarem-se no amor de Jesus. A partir delas o autor nos convida a reflexões sobre a infinita fonte divina de água da vida. 


Perdão Total - Maurício Zágari (Mundo Cristão)
Esta leitura não fiz por espontânea escolha. Foi resultado de uma busca de fontes para o work 7 (sim, esta equipe estuda muito para se preparar para os workshops!). E cara, me apaixonei. Ele é separado em pequenos capítulos que não precisam necessariamente ser lidos em sequência e traz considerações profundas sobre o perdão e restauração de Deus para todo pecador, seja ele um cristão recém-nascido ou um vovô da fé, tudo com bastante fundamentação bíblica. 


A depressão de Spurgeon - Zack Eswine (Editora Fiel)
Já faz um tempinho que reflito sobre depressão e cristianismo e encontrei um abordagem muito madura neste livro. O autor compartilha, numa linguagem poética e profundamente realista, reflexões muito pertinentes sobre a depressão a partir da sua própria batalha e também a do "Príncipe dos Pregadores", Charles Spurgeon (sim, ele também sofreu deste mal!), com vários fragmentos de sermões dele sobre o tema. É uma viagem às profundezas da alma! Recomendo muito a pastores, psicólogos, pessoas que lutam contra a depressão ou ainda que acompanham/convivem com estes guerreiros.

Como se aprende com a História, é preciso olhar para o passado para decidir o presente e ajustar o futuro. Então é com essa boa olhadinha para trás que começo meu novo ano de textos, com a Graça de Deus.

Ósculos aprendizes,
Iky Fonseca
quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

As 5 linguagens do amor

Olá, pessoas do meu Brasil guaranil! O assunto de hj não é novo, mas confesso que me ajudou bastante a entender melhor as pessoas que são importantes pra mim e fazer com que elas entendam que são. Vc provavelmente ouviu falar no livro de Gary Chapman que dá nome a este texto; meu objetivo não é resenhá-lo, nem resumi-lo, mas compartilhar de meu jeito o que aprendi (e quem sabe motivar quem ainda não leu? =D).

Mestre em antropologia e doutor em Filosofia, Chapman desenvolveu o conceito das 5 linguagens de amor ("LA", daqui pra frente). Mais ou menos assim: linguagens são códigos que nós emitimos e precisamos também compreender, certo? Se um hindu me disser "Eu te amo" no idioma dele, eu não vou entender, e vice-versa, não é isso? O mesmo ocorre com as LA. Existem vários dialetos, mas estas são as linguagens básicas: palavras de afirmação, atos de serviço, tempo de qualidade, presentes e toque físico.

Cada pessoa tem uma LA principal, tipo uma "língua materna". Esta é a linguagem pela qual ela compreende e expressa melhor seu amor. Se alguém tem como principal LA o toque físico, mas as pessoas que ela ama não a acariciam, ainda que digam insistentemente que o amam, é possível que essa pessoa se sinta um pouco só e não muito amada. O mesmo vale para outras linguagens.

Nas próximas semanas, vou tentar falar um pouco melhor de cada linguagem para vocês. Acompanhem os textos =) ! Não sei em que LA isto se encaixa, mas vou me sentir amada por vocês hahahahahaha... De vdd, espero contribuir para a vida de vocês, como esta obra me ajuda com os serumaninhos ao meu redor.

By the way, há vários livros da série, o primeiro eu nem tenho e nem li, é para casais, embora lido por todo tipo de gente. Eu li As 5 LA para solteiros, que fala de todo tipo de relacionamento: com amigos, família, varoagens etc. etc. e agora estou lendo As 5 linguagens do amor de Deus, que fala como este lindão se comunica em amor a nós. Super indico ambos!

Ósculos e outras demonstrações de amor,
quinta-feira, 25 de maio de 2017

Quem somos?

Jovens que escolheram a santidade para todas as áreas de suas vidas, inclusive para os relacionamentos. Acreditamos que a família é um projeto tão importante que devemos investir nele antes mesmo do namoro e do casamento.

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