Solidão e Solitude
Você sente solidão ou vive momentos de solitude? Todos nós em algum momento da vida já se sentiu sozinho (a).
A solidão é um sentimento no qual uma pessoa sente uma profunda sensação de vazio e isolamento.
A dor de está só leva muitas pessoas a buscarem refúgios e escapes para fugirem desse estado. O ser humano em sua essência não nasceu para viver na solidão. Deus quando criou o homem disse: “não é bom que o homem esteja só” Gn 2:18 . Fomos criados para nos relacionar, o proposito do Pai Criador ao formar o homem e a mulher era se relacionar com eles. Em Gn 3:8 vemos o relato de que Deus andava pelo jardim na viração do dia. Ou seja, somos seres relacionais, nascemos e crescemos rodeados de pessoas (família, amigos, igreja). Muito embora, dada às circunstâncias, aprender a lidar com a solidão será necessário.
O próprio Senhor Jesus, sabendo disso, prometeu está conosco e ainda nos enviou um consolador. A solidão é algo para o qual não fomos feitos. Ninguém vive sozinho, isolado nesse planeta, alguém sempre vai precisar do outro nem que seja para sobreviver. Augusto Cury diz em seu livro Mulheres Inteligentes e Relações Saudáveis “Se o mundo lhe abandona, a solidão é tolerável, mas se você mesmo se abandona, a solidão é insuportável”.
Mas então o ser humano não pode em nenhum momento está distante, ou a parte das pessoas, precisa estar sempre cercado e envolvido em um determinado grupo? Depende das causas e objetivo. Nesse ponto chegamos na solitude, ou seja, a separação, por livre escolha, por um momento, de uma pessoa para viver uma experiência que pode ser de cunho religioso, espiritual. Também podemos dizer que é uma pausa no intuito de uma reflexão interior, higienização mental, com o objetivo de perceber e entender verdades ou prioridades que em meio à multidão é mais difícil discernir.
Avaliar pensamentos, fazer uma autoanálise e se confrontar diante dos fatos faz parte dessa jornada. Ainda nesse sentido Cury em seu livro Armadilhas da mente argumenta “O senso comum pensa que só os loucos conversam sozinhos. Pois o senso comum está doente (...). Nas sociedades modernas, as pessoas falam diariamente pelos celulares e se comunicam nas redes sociais, mas calam-se diante de si mesmas. Loucura é não dialogar inteligentemente com você mesmo. Loucura é se auto abandonar...”.
A Bíblia narra à história do profeta Elias, que passou por essas duas nuances que aparentemente passa despercebido aos nossos olhos. No livro de 1 Reis 17 após profetizar 3 anos e meio sem chuva, Deus enviou o profeta Elias para Querite onde seria sustentado por corvos com pão e carne junto ao ribeiro. Esse momento na vida dele serviu para aprendizado sobre depender de Deus independente da situação, a maneira com se deu o seu sustento demonstra o poder de Deus e seu controle sobre todas as coisas. A vida de Elias foi preservada da seca e da fome em oásis particular.
Já em 1 Reis 19 vemos um Elias acovardado, amedrontado, mesmo depois de viver uma das maiores experiências da manifestação do poder de Deus no velho testamento . Após orar e fogo do céu cair no monte Carmelo e morrer os 400 profetas de Baal, ameaçado por Jezabel, ele foge para o deserto e lá pede a Deus a morte em um ato desesperador. Sentindo-se só, abandonado, sem direção, preso na falta de fé e oprimido pelos sentimentos que acompanham a solidão.
Com base na experiência do profeta podemos perceber as diferenças entre esses momentos em nossas vidas.
Solitude
1 Reis 17
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Solidão
1 Reis 19
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Confiança
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Falta de fé
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Contentamento
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Falta de esperança
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Consolação
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Abandono
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Amor
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Medo
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Satisfação
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Insatisfação
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Fidelidade
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Preocupação
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Orientação Divina
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Sem direção
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Sendo assim que Deus na sua graça em Cristo Jesus por intermédio do Espirito Santo nos ensine a viver nossa Solidão em Solitude com Ele.
Juliana Porto
A coluna de segunda, "Presentes", publica textos de nossos leitores e não expressa necessariamente a opinião deste site. Se também deseja que seu texto seja publicado, envie-nos para o e-mail worksolteiros@gmail.com.
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segunda-feira, 27 de novembro de 2017
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Presentes
Noivei, e agora?
Já faziam alguns meses desde que eu e meu noivo decidimos casar. Sim, você leu certo! Meu noivo! Agora sim fui oficialmente pedida em casamento, mas antes disso já estava nos preparativos do casamento e realmente sinto a necessidade de compartilhar algumas coisas com vocês que estão passando por isso ou passarão em breve.
Bom, o primeiro ponto que gostaria de tratar é sobre a motivação do casamento. Quando se toma uma decisão como essa, a maioria de conhecidos e familiares estranham e sempre perguntam (mesmo que não para você!) por que você vai fazer isso agora? Especialmente no meu caso, que ainda somos estudantes e sem patrimônios financeiros. Sinto espantá-los, mas na verdade isso tudo é detalhe, o mais importante quando decide-se casar é observar duas coisas:
1º essa pessoa é ideal para você?2º estou me casando pela motivação correta?
Ao referir-me sobre pessoa ideal, é óbvio que não estou falando sobre a pessoa feita para você, alma gêmea ou qualquer uma dessas bobeiras. Estou tentando dizer que precisamos ter a convicção de com quem estamos casando e que embora pecador regenerado, semelhante a você, ele é falho e vai errar muito, mas os dois precisam estar cientes que precisam exercer misericórdia e piedade em seu matrimônio, além de se aperfeiçoar um para o outro e consequentemente para o Reino.
Sobre a motivação, vale ressaltar que se estamos em Cristo, precisamos glorificá-lo em tudo que fazemos e o ministério familiar tem um valor importantíssimo no Reino de Deus. Casamos para dar glórias ao Senhor em todo tempo e em tudo que fazemos. Tudo é sobre Ele, inclusive o nosso casamento que foi deixado para nós como uma prefiguração do casamento com Cristo (Dave Harvey).
Por fim, digo que não estou falando para você casar na loucura, sem planejamento financeiro e dar dor de cabeça para seus padrinhos e familiares, mas não espere ficar rico para casar. O casamento não é uma poupança é um ordenamento de Deus para a humanidade para a Sua própria glória!
Até a próxima,
Isabelly Santos
domingo, 26 de novembro de 2017
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Isabely Santos
Lista de inscritos #work7
Bom dia! Chegou o dia mais esperado do ano!!! E apra recebermos você com maior tranquilidade, pedimos que, por favor, se você já pagou sua inscrição confira se seu nome está na lista de inscritos abaixo. Leve seu RG para se identificar! ;)
- Caso seu nome não esteja, entre em contato conosco imediatamente através de nosso e-mail worksolteiros@gmail.com. Leve seu comprovante de pagamento/ticket/ingresso. ;)
- Caso você ainda não tenha pagado, não há como participar desta edição, pois não nos preparamos para recebê-lo como você merece. =/ Mas não fique triste! Com permissão do Senhor ano que vem nos encontraremos no #work8 =D
Amanda Moreira
Andressa Caldas
Bianca Santos Barbosa
Brenda Maria
Brenda Santos
Brenda Scarlet
Breno Nogueira
Camila Reis
Damile Oliveira
Daniel Araújo Pereira
Danielle Alves Oliveira
Debora Adlin Lessa
Dermival Lopes Rosas Netto
Elísia Nascimento
Eloisy Oliveira
Emanuela Bandeira
Esther Cerqueira
Felipe Coelho
Gabriel França Santos
Gabriel Rocha
Gabriel Victor
Gislaine Lopes
Gorgetown Nascimento Farias
Gustavo Araújo
Hairley Jose Andre Santos De Oliveira
Isaac Bomfim
Isabelle Bomfim
Isabelle Celestino
Istefania Oliveira
Joce Alves
John Victor Castro De Almeida
Josene Jácome
Josy Ramos
Julia Matos
Kaliandra Santos Sales
Karen Roseno De Jesus
Keila Pereira Reis Santos
Keyla Samara Santos
Leandro Leite Rocha
Leilany Barroso
Letícia Oliveira
Lorena Duarte
Lorena Arielle
Lucas Lira Guimarães
Luisa Carolina Argolo
Madson Cleiton
Magda Monteiro
Magno Ramos
Marcia Silva Santos
Marcos Brandão
Maria Luiza Reis
Mariana Dos Anjos
Mateus Cruz
Matheus Bomfim Guimarães
Mel Cristina Rocha Souza
Milena Araujo Azevedo Araujo
Milena Miranda Bastos
Miquéias Oliveira
Osny Gomes
Priscilla Costa
Rafaella Lima
Raquel Ferreira
Rebeca Primo Santos
Rizia Ferreira
Samilly Nascimento Pitombo
Samuel Santana (Sem Material)
Sheismary Rocha
Sheyla Lima
Sonia Maria Torquato Dos Reis
Steffany Reis
Tailane Ferreira Santos
Tamires Carvalho Rocha
Tamires Lessa
Thainara Santos
Thais Basto
Thaís Cruz Guimarães
Thalita Guedes
Thiago Luan (Sem Material)
Tiffany Ribeiro De Oliveira
Victor Mendes Dos Santos
Vinicyus Saldanha
Vitoria Santos Albuquerque Cerqueira
Wagner Oliveira De Jesus
Yasmim Behrmann
sábado, 25 de novembro de 2017
Perdão no relacionamento
O perdão na verdade é uma dádiva. Toda vez que somos perdoados, certamente é porque não merecemos, essa é uma manifestação da graça Divina em todos os dias que de alguma forma precisamos perdoar e sermos perdoarmos e esse dom vem de Deus.
Para aprender a perdoar, precisamos observar aquele que veio ao mundo dar significância a palavra PERDÃO, sem a sua vida não saberíamos o significado real dessa palavra. A expiação do nosso pecado vem de Cristo e por esse motivo somos perdoados por Deus, o cordeiro perfeito foi imolado e graças ao seu sacrifício podemos renascer e gerar os frutos do Espírito (Gl 5:22-23).
Em conformidade, podemos notar que quando estamos em um relacionamento sempre precisamos exercitar a prática de perdoar e essa será constante durante toda a sua vida. Justamente, porque o outro a quem compartilho a vida é tão pecador quanto eu, somos decaídos, pois precisamos da graça de Deus (Rm 3:23).
Desde a Criação, Deus designou papéis distintos para homens e mulheres e aí está a beleza do que Deus fez. O muito bom dEle consiste em especificidades, em características marcantes e precisas como o desenho nas asas das borboletas. Mas o importante é observar que mesmo em meio essas diferenças há um princípio de igualdade entre os pares que faz com que seja representada em nós detalhes do caráter Divino:
“A relação de homem e mulher - uma relação de unidade e diferenciação de partes não idênticas, mas iguais da humanidade - reflete, de alguma maneira, a perfeita unidade e diferenciação das pessoas eternas do Deus trino: um só Deus em três pessoas, iguais em divindade e pessoalidade, que amam, agem e se relacionam em perfeita unidade” Clarie Smith.
Mesmo sabendo do propósito de Deus de criar pares diferentes, com funções sociais e espirituais distintas, não podemos negar que depois da queda isso muitas vezes se torna quase impossível para tratarmos diariamente, a guerra dos sexos foi instaurada e por essa razão Paulo aconselha os casais a submissão e ao amor sacrificial (Ef 5:22-26).
“O principal dever da mulher é a sujeição, o do marido, o amor” Thomas Gataker.
Somos distintos e acreditamos que essas diferenciações nas diversas esferas da vida (aspectos físicos, funções sociais e espirituais) juntamente com a nossa natureza carnal nos fazem muitas vezes nos desentendermos nos nossos relacionamentos, mas cremos que com a graça de Cristo somos regenerados e podemos nos aperfeiçoar mutuamente para que vivamos dia após dia para a glória de Deus até que Ele venha!
Isabelly Santos e Mateus Lino
sexta-feira, 24 de novembro de 2017
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Isabely Santos,
Mateus Lino
Perdão à igreja
Se você frequenta ou já frequentou alguma igreja, já deve ter ouvido dizer “a igreja somos nós”, bem verdade é (Colossenses 1:24). Mas o processo de entendermos nossa função como corpo de Cristo é gradual, e nessa caminhada estamos propensos a errar, mas não podemos deixar de demonstrar amor ao próximo. E que demonstração melhor de amor do que o perdão?
Um exemplo na bíblia é sobre a vida do apóstolo Paulo, que nos ensina que antes quando ainda era conhecido como Saulo ele foi perseguidor da igreja, e depois quando ele se rende ao amor de Jesus e começa a pregar aos quatro cantos, ele passa a ser perseguido por pessoas que eram como ele já tinha sido.
Às vezes nós quanto cristãos parecemos nos esquecer do que um dia fomos. Será que no lugar de Paulo nós iríamos perdoar nossos perseguidores, entendendo que outrora fomos como eles? A única diferença é que nós aceitamos o perdão de Deus.
Em Mateus 18.24-34 conta a respeito de um servo que não perdoou uma dívida pequena de seu conservo, mesmo depois de ter sua enorme dívida perdoada pelo seu senhor, assim somos nós quando não perdoamos uns aos outros, pois nos esquecemos de que fomos grandemente perdoados por Jesus.
Quero aqui dizer a você que nós somos a igreja, mas também somos seres humanos falhos, por isso se você tem problemas em ir a igreja porque foi decepcionado por pessoas de lá, tente ver por esse ângulo, somos imperfeitos como qualquer pessoa, tentem nos perdoar.
E se você, que é cristão, igreja do Senhor, eu te aconselho, seja mais sensível com aqueles que te perseguem, a dívida deles não é nada se comparado ao preço que Jesus pagou na cruz por todos nós.
Mas, talvez sua dificuldade no momento tem sido em relação a necessidade de exercitar o perdão em uma situação pontual em meio ao corpo de Cristo, irmãos na fé. Nem sempre é fácil perdoar, mas o amor de Deus nos dar capacidade de liberarmos uns aos outros de nossas ofensas, assim como de recebermos o maravilhoso perdão de Deus.
Quem sabe uma boa conversa em amor seja o suficiente para resolver essa questão? Olha o conselho que a Bíblia nos oferece:
Se teu irmão pecar contra ti, vai e, em particular com ele, conversem sobre a falta que cometeu. Se ele te der ouvidos, ganhaste a teu irmão. (Mateus 18:15)
Tenha porém o cuidado de sondar em oração seu coração e verificar se não está cometendo a mesma falta (Mateus 7:3-5), além de ir até o outro em humildade e mansidão, atentando para si próprio para que também não seja tentado a falhar (Gálatas 6:1). Se fosse você que estivesse no lugar dele, como gostaria que essa conversa fosse conduzida? Lembre- se: “Acima de tudo, porém, revistam- se do amor que é o elo perfeito” (Colossenses 3: 14).
Bárbara Uinan e Janine Ângelo
quinta-feira, 23 de novembro de 2017
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Bárbara Uinan,
Janine Ângelo
Perdoar não é uma opção
Todos nós (e nos incluímos nessa) adoramos criar expectativas. Quando estamos apaixonados vemos qualidades onde não existem, acreditamos que a pessoa é perfeita, e que jamais iria errar com você. A gente canoniza o ser amado e esquece de um pequeno detalhe: Ele(a) é tão pecador(a) quanto você, e , por ser pecador, está tão passível de cometer erros quanto você.
E aí quando acontece aquele deslize, aquela falta com a palavra, e quando no fim das contas você percebe que ele (a) não era assim... Aquilo que você pediu a Deus, ou quando ele (a) “apronta” com você e aquele coisinha se transforma em uma coisona , ou, simplesmente por um motivo qualquer, vocês rompem o relacionamento. Mesmo sem querer admitir, você sabe que no fundo no fundo, quando um namoro termina sempre ficam algumas mágoas em relação à outra pessoa… Seja pelos motivos que levaram ao fim do relacionamento ou até mesmo o simples fato de a outra pessoa ter decidido terminar com você!
Quando se trata de perdão, e em específico perdão ao ex-namorado (a), se deve compreender que muitas vezes, a falta de perdão está atrelada há uma expectativa que foi quebrada, causando uma frustração. Sendo assim, a frustração está atrelada a uma expectativa não suprida. Mas o que devemos entender é que independente do que foi feito a você ou de como você se sente, você precisa liberar perdão.
O perdão verdadeiro vem com a ajuda do Senhor, e é necessário compreender que o perdão é um processo. Quando temos nosso coração em Deus, e nos permitimos ser tratados (cuidado para Deus não virar apenas uma fuga da sofrência), vemos que Deus tem um plano maior na nossa vida. Tudo que acontece na nossa vida tem a finalidade de nos ensinar algo e nos fazer amadurecer. Logo, embora não pareça, algo deu certo no fim de toda a tragédia.
Sem contar que o maior interessado em acompanhar seu crescimento é Cristo, e Ele não que apenas ver como também ter um relacionamento contigo.
Para que a gente consiga perdoar a gente precisa olhar para tudo que Ele fez por nós na cruz, Ele nos perdoou, mesmo com todo o pecado, com toda a hipocrisia, com todo rancor que a gente alimenta quando vemos ou passamos por alguma “injustiça”. Quando percebemos o quanto fomos perdoados, sentimos mais desejo de perdoar. Porque essa divida nunca acaba, assim como a misericórdia que Deus por nós.
Deus não te deu opções, ele te deu uma chance de ser cada dia mais parecido(a) com Cristo. Perdoe. Não perca sua comunhão por causa de ressentimento. E se preciso for, se perdoe primeiro, mas não deixe de perdoar.
Natasha Zucolotto e Samir Santana
quarta-feira, 22 de novembro de 2017
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Natasha Zucolotto,
Samir Santana
Perdão à família
Família!!!!!!!! “Meu maior tesouro” “Minha riqueza” “Tudo pra mim”, e o que mais? Quem olha os comerciais de margarina e a timeline do Facebook acha que família é a coisa “marmelhor” que existe – e nós achamos que é mesmo. Mas sem sombra de dúvidas, é também grande centro de conflitos, afinal, com ela não temos tantas máscaras. Seguramos nosso pior o dia todo, até que chegamos em casa e pow! Até logo, domínio próprio. Porém, por todo amor e expectativa envolvida, destes pequenos e grandes ataques surgem as feridas mais profundas.
A grande verdade é que fomos feitos para viver em família e não há como fazer isso sem praticar o perdão recorrentemente – 70x7. E são muitos os motivos: traição, divórcio, violência, pais que suscitam ira, abandono, preferência e/ou comparação de filhos, rivalidade, ofensa, descaso, egoísmo, desrespeito, desonra, abuso, incesto... A lista é extensa. O perdão que recebemos é maior.
Somos todos pecadores (Rm 3.23). Pecamos e fomos separados da santidade de Deus. Mas Ele em seu infinito amor e compaixão, assumiu o salário da nossa culpa. E se esta dívida imensa e impagável por nós, foi cancelada por Aquele que é perfeito, quem somos nós na fila do perdão para negar graça a alguém?
Não que seja fácil perdoar, ninguém aqui está dizendo isso. Como pode você que tem razão ter que ceder àquele que não tem? Mas não foi isso que Ele fez? E deixou a Bíblia repleta de exemplos para nos inspirar como José, que reencontrou seus irmãos e abriu sua casa para perdoá-los, não sem lágrimas; e Jacó, que reconhecendo seu erro, foi humildemente até seu irmão Esaú.
A convivência vai fazer com que a necessidade do perdão volte outra vez e outra vez. Não há qualquer garantia que os erros não se repitam, mas nossos próprios erros também são repetidos. Este é o fundamento de nossa fé, Jesus morreu por nós quando ainda éramos pecadores, antes que houvesse qualquer intenção de arrependimento, Ele se dispôs a perdoar, dando-nos o modelo a ser seguido.
Iky Fonseca e Tainan Piatanvinha
terça-feira, 21 de novembro de 2017
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Iky Fonseca,
Tainan Piantavinha




